Boa noite a todos!
Hoje vamos falar sobre o fato de um fato de comics!
O fato foi feito pela Catarina Rato que tem 17 anos e iniciou-se no cosplay em 2010.
1. Porquê a escolha desta personagem para cosplay?
Há dois anos atrás, quando decidi fazer o meu primeiro fato tinha sido anunciado o primeiro Anicomics, e tive vontade de fazer cosplay de uma personagem de comics porque sempre gostei desse universo de heróis e vilões. Nessa altura andava a rever “Batman: The Animated Series” e escolhi a Poison Ivy porque me identifico bastante com a “causa” dela e por ser um exemplo da força feminina.
2. Porquê este fato em especifico?
Como é comum com personagens deste género, que existem há várias décadas e passaram por vários meios diferentes de entretenimento (como comics, filmes, jogos, séries, etc) a Ivy não tem uma versão única e oficial. Para criar o meu fato comecei por basear-me na sua versão animada dos anos 90 e juntei-lhe pormenores de outras versões, pesquisei como outros cosplayers a retratavam e adaptei o fato ao meu gosto.
3. Quanto tempo demorou a ser feito?
Este fato foi sendo alterado ao longo de 2 anos. Inicialmente demorou cerca de 3 semanas a estar pronto mas fui-lhe fazendo sempre melhoramentos de cada vez que o usei até há um mês atrás. Se o voltar a usar o mais provável é que lhe acrescente ainda mais pormenores.
4. Dirias que o fato, na sua totalidade, foi de fácil ou difícil construção?
O fato em si não foi difícil de construir mas não há dúvida de que foi um jogo de paciência porque envolveu coser à mão e colar centenas de folhas uma a uma.
5. Gastaste por volta de quanto dinheiro neste cosplay?
Não sou capaz de contabilizar ao certo porque fui gastando esse dinheiro ao longo de um grande período de tempo, mas contado com a peruca e tudo o resto foram pelo menos 50€.
6. Aprendeste alguma coisa nova durante o processo?
Claro que sim! Especialmente a corrigir os erros que o fato tinha inicialmente. Tornei-me mais exigente comigo própria e com os meus cosplays que se seguiram.
7. Gostaste do resultado final?
Sim. Desta última vez que usei este cosplay gostei realmente de como ele ficou. Senti que o meu esforço finalmente valeu a pena.
8. Que achaste da recepção da comunidade quando fizeste este cosplay?
Gostei imenso. De todas as vezes que o usei muita gente reconheceu a personagem (o que eu não esperava por a comunidade cosplayer em portugal estar mais direccionada para o anime) e elogiaram o meu trabalho o que me deixou muito feliz e me incentivou a continuar a fazer cosplay.
9. Agora olhando de novo para o fato, mudarias alguma coisa?
No passado, olhando para o fato mudei várias coisas e provavelmente mudaria mais umas quantas. Talvez fizesse alterações nas “luvas” e as tornasse realmente luvas.
Por hoje é tudo e para a semana temos mais!
Fotos por António Lima




“Um skit é importante, em proporção directa, conforme a postura do cosplayer em relação ao cosplay. Se o individuo estiver mais ligado a sessões fotográficas, pode não dar tanta importância ao palco e ao skit. Se pelo contrário for um cosplayer mais de palco, o skit passa a ter uma importância intrínseca vinculada ao cosplayer. Não obstante, é uma parte fundamental do cosplay, e qualquer cosplayer para se dizer completo, tem que ter alguma postura de palco.”
Esta semana viu-se impossibilitada de cooperar com o Ritsu.
Esta semana viu-se impossibilitado de cooperar com o Ritsu.
“Eu entrei na comunidade e ainda não havia a obrigatoriedade de se fazer um skit num concurso, desfilávamos, mas nunca como cabides dos nossos fatos, tentávamos sempre representar os nossos personagens, mesmo sem skit; também naquela altura não tínhamos muitas condições, eu acho os skits importantes, até para chamar a atenção do público e das pessoas de fora (da comunidade). Mas também acho que em certas vezes o skit não deveria contar para a pontuação num concurso, porque para fazer um skit, não é preciso só os cosplayers inventarem/prepararem algo com qualidade, é preciso subir ao palco e saber que temos o MINIMO de condiçoes para fazermos um skit BOM. Muitas vezes “obrigam-nos” a fazer skits, com montanhas de regras e sem condições no palco.
“Na minha opinião, e em termos de concurso/apresentação, o skit conta tanto ou por vezes até mais do que um bom fato. É extremamente difícil elaborar-se um skit com pés e cabeça, que consiga representar a personagem tal como ela é no anime/manga/jogo/livro/etc, de forma a que o público perceba e se envolva (principalmente aquele que não sabe nada da história). O skit é o que torna o fato vivo e que demonstra a paixão e o divertimento que o cosplayer sente quando representa a sua personagem.”












































































































