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Gilgamesh também é conhecido, na história, simplesmente por o Rei. Um pouco como em Fate/Zero, onde é conhecido por ser o Rei de todos os Reis. Sempre tive curiosidade em saber porquê esta distinção. É algo difícil saber dados concretos sobre Gilgamesh tendo em conta que reinou em 2500 a.C. Mas aqui fica o mínimo de informação.

Comentário da minha mãe ao ver esta imagem: “O Gilgamesh está muito beneficiado”. Pois está, mãe.

Gilgamesh foi o quinto rei de Uruk, que ficava onde hoje é o Iraque. O seu reinado, como já escrevi acima, situa-se algures em 2500 a.C. De acordo com a lista de reis sumérios reinou durante 126 anos (claro). É o personagem central do Épico de Gilgamesh que é até hoje o melhor exemplo de literatura da era Mesopotâmica. Segundo a história, o seu pai chamava-se Lugalbanda e a sua mãe a deusa Ninsun (a quem alguns chamam Rimat Ninsun).

De acordo com a mitologia Mesopotâmica, Gilgamesh é um semi-deus com força sobre-humana responsável pela construção das muralhas da cidade de Uruk. Apesar do carácter lendário que adquiriu posteriormente é geralmente aceite que Gilgamesh existiu realmente devido a inscrições que confirmam a existência de homens que faziam parte do seu círculo.

E é isto. É tudo muito subjectivo. Diz-se que o seu túmulo foi encontrado recentemente mas não há nada que documente oficialmente a descoberta. O que é certo é que tudo isto – o ser o Rei de todos os Reis, semi-deus com força sobre-humana – contribui para a personalidade que lhe é atribuída tanto em Fate/Zero como em Fate/Stay Night, nos quais nos aparece como um rapaz arrogante, convencido da sua superioridade e sempre coberto de vestes douradas. Já para não falar do seu Noble Phantasm, de longe um dos mais espectaculares (bom, o do novo Berserker também tem que se lhe diga…), que alude um pouco à quantidade de anos que a lenda de Gilgamesh tem.

É o meu segundo personagem favorito. Acho-o muito misterioso e toda a aura de misticismo que o cobre, de antiguidade, de história, de experiência atrai-me bastante. E acho graça à sua arrogância, à mania de que tudo aquilo que vê tem que ser seu (como a Saber) e, sobretudo, à sua inteligência e mestria em manipular outros (como começou a fazer com Kirei). É um personagem que espero que continue a ser bem escrito e bem explorado na segunda série.