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Já era tempo de voltar a estar a par das novidades não só de figuras mas também de anime! Como tal, seleccionei alguns títulos da temporada de Inverno para ir acompanhando. A minha forma de acompanhar séries é estranha: vejo os primeiros episódios à medida que vão saindo e, se gosto, espero que acabe para conseguir ver de seguida. Talvez tente quebrar esse hábito para dar uma dinâmica diferente aqui ao blogue. Veremos como isso se encaixará em dias de aulas.

Acabei agora mesmo de ver o primeiro episódio da adaptação para televisão de Black Rock Shooter. Não consegui formar opinião a nível de história – pressinto apenas que será extremamente dramático, se bem feito. Contudo, o facto de haver uma história é já uma vantagem em relação à OVA, da qual não gostei nada. As personagens estavam pura e simplesmente ali, sem qualquer contexto, com uma relação pouco convincente e notava-se que tudo aquilo era um pretexto para vender uma ideia, um produto, etc. Neste primeiro episódio começam-se a notar os moldes de uma construção de personagens sólida e, espero eu, de uma boa história entre elas.

O que realmente sobressai neste primeiro episódio é a parte artística. O desenho dos personagens está ligeiramente diferente do da OVA e confesso que prefiro o anterior – era mais anguloso, mais fiel ao estilo de Huke. Aqui as personagens têm a cara ligeiramente “bolachuda”, com excepção dos alter-egos. Tirando isso, e tirando a banalidade dos cenários do dia-a-dia, as cenas do mundo alternativo estão excelentes. Também gostei da importância das cores no mundo real que têm um eco muito maior no mundo alternativo.

Vou continuar a ver só para saber como a história se desenrola. Se começar a cair em clichés (embora a história da Takanashi seja ligeiramente previsível já) deixo de ver mas, por agora, estou curiosa. Ah! A música também é fantástica. Não os temas de abertura e encerramento (este último é terrível) mas a banda-sonora em si. Muito bonita, suave e dramática.