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O problema de gostarmos muito de uma coisa é quando a autora decide parar de publicar a dita. Problemas de saúde de lado julgo que o busílis é não saber como desatar os nós que deu à história. Compreende-se, é o primeiro manga dela com esta envergadura (não, não me estou a esquecer de Paradise Kiss mas não comparemos) e provavelmente deixou-se levar pelas tragédias possíveis. Mas gostava mesmo que tivesse coragem de admitir que exagerou e conseguisse dar um final convincente à história, nem que seja para consolar os fãs.

Ora, eu tento-me esquecer que Nana existe e devo dizer que o consigo fazer com bastante sucesso. Passa-se muito tempo até que me volte a lembrar. E sim, continuo a afirmar que MARS é tudo o que Nana não conseguiu ser. Mas custa imenso saber que a história tem pontas soltas. Ainda para mais uma história que me marcou tanto.

Yazawa, pelos fãs? Pretty please?